O Agronegócio e a Agricultura Familiar

Autoridades discursam na tribuna de honra na 37ª Expointer. Crédito: Leandro Cougo
Autoridades discursam na tribuna de honra na 37ª Expointer. Crédito: Leandro Cougo

Por Daniela Fragomeni
Jornalismo Econômico / Manhã

Nos discursos de abertura da 37ª Expointer– Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agropecuários, que ocorreu em Esteio (RS) entre os dias 30 de agosto e 07 de setembro de 2014, setores do agronegócio gaúcho se manifestaram sobre uma possível unificação entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Continue lendo O Agronegócio e a Agricultura Familiar

Brasil é o segundo no abate de chinchilas

O mercado de chinchilas movimenta em torno de R$ 5 milhões por ano no Brasil. Perde somente para Argentina na produção e exportação. Do animal se utiliza a carne e a pele no abate. É também utilizado como bicho de estimação no valorizado mercado de ‘pets’. A criação está em alta no Rio Grande do Sul, que vende para o mercado nacional e internacional, tendo como cliente mais importante o Canadá.

Durante o último final de semana na Expointer o stand da ChillaCenter contou com a presença de Rogério Oliveira (esquerda da foto) para auxiliar os compradores. Crédito:  Katiuscia Couto
Durante o último final de semana na Expointer o stand da ChillaCenter contou com a presença de Rogério Oliveira (esquerda da foto) para auxiliar os compradores. Crédito: Katiuscia Couto

Por Katiuscia Couto
Jornalismo Econômico / Manhã

A ChillaCenter é a maior cabanha especializada em chinchilas do Brasil,  e está localizada em Viamão, na Grande Porto Alegre. Sua principal função é criar e reproduzir chinchilas para distribuição a empresas terceirizadas, responsáveis por matar os animais. Hoje o Estado conta com mais de 500 ‘chinchileiros’, pessoas que criam e vendem a pele e a carne do animal. Continue lendo Brasil é o segundo no abate de chinchilas

Vinho gaúcho quer conquistar o Brasil

Com a utilização de tecnologia avançada e a ajuda do clima, o vinho produzido no Rio Grande do Sul busca no mercado nacional o mesmo reconhecimento já conquistado pelo espumante.

Crédito: Instituto Brasileiro do Vinho / Divulgação
Crédito: Instituto Brasileiro do Vinho / Divulgação

O vinho gaúcho visa novos patamares. Após quebrar o ranço do público brasileiro para produtos produzidos no país, as vinícolas do Rio Grande do Sul querem se tornar mais uma opção de qualidade nas gôndolas dos supermercados.

Por Vinicius Moresco
Jornalismo Econômico / Noite Continue lendo Vinho gaúcho quer conquistar o Brasil

A economia que nasce do negócio familiar

Da produção à venda, pequenos produtores do Rio Grande do Sul contam como o campo se tornou sua fonte de renda 

Feira expôs produtos em cerca de 200 estandes no pavilhão da agricultura familiar da Expointer. Crédito: Leandro Cougo
Feira expôs produtos em cerca de 200 estandes no pavilhão da agricultura familiar da Expointer. Crédito: Leandro Cougo

Por Leandro Cougo e Letícia Bonato
Jornalismo Econômico/ Manhã

Esposa, marido e lã podem ser os ingredientes suficientes para criar o próprio negócio. Foi assim que Marilu dos Santos virou uma empreendedora do ramo de lã do Rio Grande do Sul e participou da maior feira de agropecuária da América Latina, a 37ª Expointer. Após perder sua casa, onde morava há 15 anos, na Vila Dique, em Canoas, para a construção da Rodovia do Parque (BR-448), foi morar com a família em Caçapava do Sul, na Região da Campanha. O município era o único lugar para onde tinha condições de mudar devido ao valor da indenização que recebeu da prefeitura. A mudança, além de causar dificuldade, levou ela e o marido a embarcarem na agroindústria familiar. Continue lendo A economia que nasce do negócio familiar

Motores que movimentam a economia gaúcha

Área de máquinas e implementos agrícolas da edição de 2014 da Expointer. Crédito: Tárlis Schneider / Agência Acurácia
Área de máquinas e implementos agrícolas da edição de 2014 da Expointer. Crédito: Tárlis Schneider / Agência Acurácia
Ao se falar em economia no Rio Grande do Sul, a primeira imagem que vem à mente é uma grande lavoura prestes a ser semeada com os produtos alimentícios que veremos à venda nas feiras e supermercados. Atualmente, o agronegócio conta com inúmeras inovações tecnológicas no ramo de máquinas e implementos agrícolas para facilitar esse longo processo que começa no preparo da terra e termina no nosso prato de comida. Colheitadeiras, plantadeiras, pulverizadores, enfardadeiras e outros equipamentos de hoje eram resumidos a mão humana e a um dos até hoje protagonistas na agricultura, seja ela de pequeno, médio ou grande porte: o trator.

Por Paola Rebelo Casagrande
Jornalismo Econômico / Noite Continue lendo Motores que movimentam a economia gaúcha

Expointer em pauta

A maior feira de agronegócios movimenta a economia gaúcha e a cobertura da imprensa.

Casa da Band na Expointer. Crédito: Departamento de Marketing da Rede Bandeirantes
Casa da Band na Expointer. Crédito: Departamento de Marketing da Rede Bandeirantes

Por Marina Freitas
Jornalismo Econômico / Manhã

O ingresso de preço baixo e o palco de shows surpreendem logo na entrada. Logo avisto barracas e cartazes anunciando venda de cocada, cachorro-quente e até entrevero. Cuscos passeiam aleatoriamente pelo gramado enquanto seus donos, vestidos a caráter, bebem o mate. O primeiro cavalo que vi era robusto e tinha muitas pintas espalhadas no couro. Ali, a repórter se posicionava entre a câmera enquanto aguardava o aval do cinegrafista para iniciar a prosa com o senhor de bombacha, que parecia ser dono do animal. Foi ali que a curiosidade despertou em mim.

Continue lendo Expointer em pauta

A presença milionária dos cavalos na 37ª Expointer

O Crioulo, o Quarto de Milha, o Paint Horse, o Mangalarga Marchador e o Árabe movimentam o comércio de animais na maior feira de Agronegócios do Rio Grande do Sul.

A hora do banho, momento “relax” no lavadouro do Parque de Exposições Assis Brasil em Esteio (RS) – Crédito: Anderson Aires
A hora do banho, momento “relax” no lavadouro do Parque de Exposições Assis Brasil em Esteio (RS) – Crédito: Anderson Aires

Por Renata Scheidt
Jornalismo Econômico / Manhã

Neste ano, mais uma vez a raça crioula foi o grande destaque na comercialização da Expointer. Dos R$ 12,4 milhões em vendas de animais na feira, o cavalo Crioulo teve uma participação de 78%, com R$ 9,7 milhões, conforme números repassados pelas leiloeiras rurais, nos oito leilões realizados por criadores durante o evento. Continue lendo A presença milionária dos cavalos na 37ª Expointer

Em transformação, ovinocultura ganha espaço no mercado

Produtor Fabricio Wollmann Wilke levou duas ovelhas para a Expointer - Crédito: Cristielle Valle
Produtor Fabricio levou duas ovelhas para a Expointer – Crédito: Cristielle Valle

A cada ano que passa, os produtores procuram expandir seus negócios e agregar resultados positivos em seus investimentos. A ovinocultura é o ramo que vem ganhando cada vez mais destaque no cenário nacional, principalmente no estado do Rio Grande do Sul e na Região Nordeste, segundo o Ministério da Agricultura.

Por Cristielle Valle e Lucas Lautert
Jornalismo Econômico / Noite

Continue lendo Em transformação, ovinocultura ganha espaço no mercado

Temaki para quem tem pressa e pouco dinheiro

Ligeirin Temaki Móvel durante a semana atende na hora do almoço próximo ao Shopping Praia de Belas e aos prédios da Justiça do Trabalho em Porto Alegre (RS). Crédito: Carine Bordin
Ligeirin Temaki Móvel durante a semana atende na hora do almoço próximo ao Shopping Praia de Belas e aos prédios da Justiça do Trabalho em Porto Alegre (RS). Crédito: Carine Bordin
Enquanto restaurantes da capital cobram até R$ 21,00 por um temaki, o Ligeirin Móvel, a van itinerante que percorre diversos pontos de Porto Alegre (RS), produz o mesmo produto a R$ 9,90. Comida saudável para quem não tem tempo e nem dinheiro para gastar.

Por Carine Bordin
Jornalismo Econômico / Noite

Horário de almoço, Avenida Praia de Belas. Quem passa apressado, voltando ou indo fazer a sua refeição do meio dia, não consegue disfarçar o espanto e a curiosidade ao dar de cara com uma van estacionada em frente ao shopping e um burburinho em volta. Em um pouco mais de meia hora, foi possível contar mais de 25 pessoas – quase uma por minuto! – fazendo o seu pedido: um temaki. O “Ligeirin Temaki Móvel” surgiu em 2013 e vende por mês cerca de 8 mil temakis. O idealizador da van, inspirada nos food trucks americanos, Filipe Gamba da Costa, de 30 anos, conta como surgiu a ideia inovadora e dá dicas para quem quer ousar e criar seu próprio negócio. Continue lendo Temaki para quem tem pressa e pouco dinheiro

A economia que vem das flores

Setembro é uma época importante para o Rio Grande do Sul. É o mês que comemora-se a Revolução Farroupilha e onde talvez o tradicionalismo esteja mais aflorado. Os gaúchos querem mostrar as melhores coisas do Estado e todo esse orgulho traduz-se também na Expointer. A tradicional feira agropecuária, que teve sua 37ª edição esse ano, é a vitrine de animais, máquinas e produtos voltados ao setor. É no Parque Assis Brasil, em Esteio, próximo a Porto Alegre que o campo fica mais perto da cidade.

Por Bárbara Barros
Jornalismo Econômico / Manhã

Em meio aos diversos estandes e pavilhões, um deles chama atenção pelo conteúdo que traz no letreiro: Espaço da Flor Gaúcha. O setor teve sua primeira participação na Expointer no ano de 1997, mas para muitos ainda tem um ar de novidade.

 

Espaço da Flor Gaúcha na Expointer. Crédito: Bárbara Barros
Espaço da Flor Gaúcha na Expointer. Crédito: Bárbara Barros

 

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), no ano passado o consumo de flores per capita no Rio Grande do Sul somou R$ 36,9, ficando atrás apenas do Distrito Federal (R$ 43,7) e do estado de São Paulo (R$ 43,6). O estado do RS supera a média anual do país, que é de R$ 25,3 per capita, conforme o site da Associação Brasileira do Agronegócio de Flores e Plantas (Abafep). O Brasil ainda é principiante quando comparado aos países europeus, que consomem de R$ 161,00 à R$ 230,00 per capita. Apesar da falta de hábito da população, os expositores da feira provam que é possível fazer das flores um bom empreendimento. Continue lendo A economia que vem das flores