Nem a crise nos separa

Noivas
Apesar da crise, casais estão concretizando o sonho de se casar. Crédito: Agência Doc Photos.

A costureira e dona do seu próprio negócio Salete Brito revela que mesmo com a crise atual no mundo as noivas não deixam de realizar o vestido ideal. Porém, são os noivos que perdem o sono. No centro de Porto Alegre, Dona Salete consegue fazer milagre com os tecidos para poder alcançar o seu sonho e das noivas também.

Por Camila Delvaux
Jornalismo Econômico / Noite

Com oito meses de antecedência começa a se planejar o tão esperado vestido de noiva da maioria das clientes de Salete. Este tempo é delimitado em função de como a noiva gostaria que fosse o seu vestido, porém, ainda mais importante, o tempo serve para diminuir o valor das parcelas e não pesar no bolso de quem vai bancar.

Até o mês de Setembro as porto-alegrenses têm registrado em cartório o maior número de casamentos da cidade com relação a outras regiões do estado, segundo dados do cartório da 2º zona de Porto Alegre. Do ano de 2014 para cá o número de casamentos aumentou cerca de 35%. A curiosidade é sobre a idade dos casais, que está diminuindo. Nesta mesma época do ano passado a faixa etária dos cônjuges era de 28 a 35 anos, e hoje é de 24 a 28. Como será que esses jovens adultos se organizam e se planejam para realizar um sonho quando a preocupação da maioria das pessoas é reduzir os gastos?

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Pai, preciso de dinheiro

Educação financeira infantil
Educação financeira é importante desde os primeiros anos de vida- Crédito: Shállon Teobaldo

Em meio à crise e rodeados de informações consumistas, por que é tão importante falar de finanças com as crianças?

Por Shállon Teobaldo
Jornalismo Econômico / Noite

Quem é mãe ou pai, provavelmente, já ouviu essa frase: “Pai, preciso de dinheiro!”. Se ainda não ouviu, prepare-se. Criar filhos num mundo consumista não é tarefa fácil, principalmente se você não souber como dar limites em relação ao dinheiro. Estudos feitos pelo professor de educação financeira da BM&Bovespa, José Alberto Netto Filho, apontam que é possível introduzir a educação financeira na vida dos pequenos a partir dos cinco anos de idade.

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O crowdfunding como uma nova tendência do mercado de quadrinhos no Brasil

Pétalas
Lançada em agosto, “Pétalas” foi o primeiro projeto de quadrinhos do Catarse a ultrapassar 1000% de sua meta- Crédito: Divulgação.
O mercado dos quadrinhos vem crescendo cada vez mais e um dos principais motivos para esse atual momento são as plataformas de financiamento coletivo. No Brasil existem plataformas que ganharam popularidade por dar espaço ao mercado independente de quadrinhos. Somente no Catarse, 124 quadrinhos já foram financiados, desde 2011, quando o site foi fundado. Isso significa que 66% das HQs obtiveram sucesso no financiamento. Em 2015, tivemos o lançamento de um grande trabalho através dessa ferramenta, que foi a HQ “Pétalas”, dos gaúchos Gustavo Borges e Cris Peter, que superou 1000% de sua meta, batendo o recorde do Catarse nessa categoria.

Por Guilherme Wunder
Jornalismo Econômico / Noite

As histórias em quadrinhos ou, como são popularmente conhecidos, gibis, passaram por nuances de popularização e anonimato no Brasil. Mas, com o boom de séries de TV, filmes e novos projetos gráficos que renovaram o mercado das HQs no país, voltou a ser normal encontrar lojas e bancas vendendo quadrinhos, desde clássicos personagens da Marvel e DC, até histórias de editoras não tão populares e independentes.

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Superando a crise com empreendedorismo

Andréia Homer
Andréia Homer, aos 44 anos, mudou de vida ao abrir o próprio negócio- Foto: Divulgação

Conheça a história de gaúchos que conseguiram fazer do limão a melhor limonada, ou neste caso, o melhor doce.

Por Bárbara Scussel
Jornalismo Econômico / Noite

Em tempos de crise financeira e num cenário onde mais de 110 mil vagas de emprego foram fechadas, só no primeiro semestre deste ano, segundo a pesquisa do Ministério do Trabalho e Emprego, surgem cada vez mais brasileiros com vontade de serem donos de seus narizes e não terem mais um chefe. Seja por uma surpreendente demissão, na maioria das vezes justificada pelas empresas como medida de contenção de custos, ou simplesmente pela dificuldade em quitar no fim do mês os gastos básicos como a conta de luz e água, muitos cidadãos encontraram em negócios próprios a satisfação profissional e uma alternativa para contornar os tempos difíceis.

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Segurança: um direito que se compra

Foto Ipanema
Com o aumento da violência, moradores de Ipanema, zona sul de Porto Alegre, começaram a investir em segurança, como guaritas e grades – Crédito: Luiza Guerim

Como o crescimento da criminalidade alavancou o mercado das empresas de segurança privada e transformou um direito básico em produto rentável

Por Luiza Guerim
Jornalismo Econômico / Noite

O mercado da segurança privada é um dos que mais cresce no Brasil. Para se ter uma dimensão, o setor teve um aumento de 557% no faturamento de 2002 a 2014. E a previsão de 2015 é ainda mais promissora: R$ 50 bilhões. Em 2013, o número de empresas que movimentam esse mercado já passava de 2.300. No Rio Grande do Sul, o segmento, movido por cerca de 110 empresas legais,  apresenta um crescimento de 11% ao ano.

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É possível o Rio Grande do Sul sair da crise investindo no combate à sonegação fiscal e contrabando de mercadorias

Carlos de Martini
Presidente do Afocefe Sindicato, Carlos De Martini- Crédito: Assessoria Afocefe
Não é de hoje que o Estado sofre com a crise nos cofres públicos. Muitos governos passaram e o problema ainda não foi solucionado. Mas e se houvessem “mil e uma maneiras” de incrementar a receita do Rio Grande do Sul sem que fosse necessário aumentar a carga tributária? É o que responde nesta entrevista exclusiva concedida ao blog de Jornalismo Econômico da UniRitter o presidente do Afocefe Sindicato, Carlos De Martini.

Por Rafaela Barboza
Jornalismo Econômico / Noite

Nos últimos 40 anos, em apenas sete momentos o Rio Grande do Sul arrecadou mais do que gastou. Nos demais, os governos anteriores não obtiveram êxito em suas gestões nesse aspecto, principalmente depois que o ex-governador Antônio Britto assinou o acordo da dívida pública com a União, em 1998. Divida que o Estado já carregava em seus ombros.

E o que parecia ser a salvação na época, hoje se tornou o maior rombo na história do Rio Grande do Sul. Uma conta de R$ 50 bilhões que nenhum governo consegue pagar.

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Onde a crise não tem vez

A 17ª edição da Feira da Agricultura Familiar na Expointer 2015 bateu recordes em relação ao ano anterior - Crédito: Mariana Tripoli
A 17ª edição da Feira da Agricultura Familiar na Expointer 2015 bateu recordes em relação ao ano anterior – Crédito: Mariana Tripoli 

Por mais que o Brasil esteja em um momento conturbado para a economia, o setor da Agricultura Familiar não esta sendo afetado, pelo contrário. 

Por Mariana Tripoli
Jornalismo Econômico / Manhã

O pavilhão da Agricultura Familiar na 38ª edição da Expointer no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio, mesmo que em tempos de crise, mostrou crescimento em relação ao ano de 2014. O evento que ocorreu do dia 29 de agosto a 6 de Setembro, neste ano, bateu o recorde de 239 expositores, entre os quais 40 são estreantes. São expositores oriundos de 136 municípios, representados por 1.060 famílias de agricultores, 17% a mais que em 2014. Continue lendo Onde a crise não tem vez