MEI: alternativa para driblar a crise

Leandra Vieira é proprietária de uma indústria de vestuário, cadastrada como Microempresa Individual - Crédito: Nathalia Lauxen Braga
Leandra Vieira é proprietária de uma indústria de vestuário, cadastrada como
Microempresa Individual – Crédito: Nathalia Lauxen Braga

Como alternativa para enfrentar o momento econômico e a onda de desempregos, porto-alegrenses usam o mercado do negócio próprio como fonte de renda.

Por Nathalia Lauxen Braga
Jornalismo Econômico/Noite

Em tempos de cortes de gastos nas empresas e a consequente demissão de funcionários, é preciso procurar alternativas. Proprietária de uma indústria de vestuários, Leandra Pereira Vieira, 47, trabalhou por seis anos de maneira informal.  Ao perder o emprego, decidiu ter o próprio negócio e abriu uma microempresa. Os custos envolvidos na manutenção da indústria impulsionavam Leandra a desistir da fonte de renda,  até conhecer o sistema de Microempreendedor Individual (MEI), há dois anos.

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A economia do artesanato familiar

Brinquedos esculpidos em madeira são o principal produto fabricado pela família Rossato
Brinquedos esculpidos em madeira são o principal produto fabricado pela família Rossato – Crédito: Marcela Barbosa

Os Rossato foram um dos participantes da Exposição de Artesanato do Rio Grande do Sul (Expoargs) realizada durante a Expointer 2016. A família fabrica e comercializa brinquedos esculpidos em madeira tendo no artesanato sua principal fonte de renda. Fazer objetos manufaturados é o ofício de três gerações da família.

Por Sharon Nunes
Jornalismo Econômico/Noite

O dia começa cedo para as artesãs Luciane Rossato Dias e Maria Izabel Rodrigues Rossato, do estande Belgar Artesanato. A semana promete ser movimentada. Ainda em Sapucaia do Sul, sua cidade, a família segue para o Parque de Exposição Assis Brasil onde irão comercializar seu artesanato esculpido em madeira. Há 17 anos, a família participa da Exposição de Artesanato do Rio Grande do Sul (Expoargs) que integra as atrações da Expointer desde 1984. Em seu estande, a Belgar Artesanato vende brinquedos talhados em madeira.

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Escola do chimarrão: harmonia e aproximação entre as pessoas

Os 36 tipos de erva mate expostos na Escola do Chimarrão na Expointer - Crédito: Letícia Anele Kruse
Os 36 tipos de erva mate expostos na Escola do Chimarrão na Expointer – Crédito: Letícia Anele Kruse
A 39ª Expointer reuniu muitas atrações, mas um local específico chamou a atenção de gaúchos e turistas: a Escola do Chimarrão. A atração ensina a preparar diferentes tipos de mates. A erva­ mate destaca-se pela sua importância em termos medicinais e nutricionais.  A escola foi um dos lugares mais visitados.

Por Letícia Anele Kruse
Jornalismo Econômico/Noite

Preparar um bom mate em 11 segundos é o que ensina a Escola do Chimarrão, uma das atrações mais visitadas no Parque  de Exposições Assis Brasil em Esteio (RS) durante a 39ª Expointer que neste ano foi realizada de 27 de agosto a 4 de setembro.

Parece fácil colocar uma colher de sopa de erva­ mate no fundo da cuia, água quente na temperatura de 70° na quantidade desejada (normalmente até o pescoço da cuia), empurrar a erva ­mate com a bomba para a lateral criando um espaço e completar com água e movimentos laterais leves. E depois segurar a bomba pelo resfriador, introduzir na cuia e posicionar no mate. Mas será que é fácil mesmo? Continue lendo Escola do chimarrão: harmonia e aproximação entre as pessoas

Uma esperança para a cadeia produtiva do carnaval

Carnavalescos aguardam há anos conclusão do Complexo Cultural do Porto Seco – Crédito: Arquivo Pessoal Tânia Regina
As escolas de samba de Porto Alegre aguardam a burocracia municipal para dar início a oficinas viabilizadas por meio de uma parceria com o Ministério da Cultura para desenvolver a cadeia produtiva do carnaval na cidade.

Por Jocelias Costa
Jornalismo Econômico / Noite

Defende-se teoricamente que o ano no Brasil só começa depois das férias escolares e dos festejos do carnaval, que nos últimos anos vem ganhando status de um grande evento nas principais praças do país. Rio de Janeiro, São Paulo, Vitória, Florianópolis, Salvador e Recife investem forte atraindo milhares de turistas e movimentando o mercado de trabalho. E Porto Alegre? Continue lendo Uma esperança para a cadeia produtiva do carnaval

Blog: uma saída para o mercado da comunicação?

Segundo IBGE, em 2014, 54,4% da população brasileira acessa a internet – Crédito: Marcos Santos/USP imagens

Recentemente, um passaralho sobrevoou o mercado da comunicação brasileira. Nas terras jornalísticas, essa ave de rapina não veio de passagem. Levou consigo mais de 680 jornalistas. Mas será mesmo que o mercado da comunicação está tão ruim assim? Qual seria a saída?Esta reportagem busca refletir sobre a possibilidade de um emprego diferente. Para isso conversamos com o dono do Final Sports, Alessandro Dreyer, e também com os jornalistas e blogueiros João Batista Filho e Filipe Duarte.

Por Lucas Bubols
Jornalismo Econômico/Noite

João Batista Filho é o tipo de pessoa que sai do interior e vem tentar a vida na cidade grande. JB, como foi apelidado por colegas, nasceu em Osório e atualmente mora em Porto Alegre. Nesse intervalo de tempo,  o radialista trabalhou em algumas rádios de sua cidade natal, até parar nos veículos da capital gaúcha. Mas antes de entrar para o mercado da comunicação, cursou Educação Física por seis semestres, já que não havia faculdade de jornalismo na cidade. Estagiou na área, e em um dia de trabalho,  deparou-se com a cobertura da Rádio Osório em um campeonato de futebol. João é apaixonado por rádio, muito por conta do pai, o “seu Batista”. E foi por conta dessa paixonite que JB não teve medo de pedir uma oportunidade para a Rádio Osório. Continue lendo Blog: uma saída para o mercado da comunicação?

O momento econômico pede mais colaboração

Casa de Amapola, localizada na Rua Sofia Veloso, no Bairro Cidade Baixa - Crédito: Karine Munhoz
Casa de Amapola, localizada na Rua Sofia Veloso, no Bairro Cidade Baixa, é uma das 20 casas colaborativas já criadas em Porto Alegre – Crédito: Karine Munhoz
O empreendedorismo é marcado pela inovação e por romper tendências de seu tempo, para formar o que, à frente, serão as práticas consolidadas que pautam as relações de mercado. É neste contexto, que começam a se consolidar, em Porto Alegre – a exemplo de outros grandes centros urbanos brasileiros -, os espaços colaborativos.

Por Karine Munhoz
Jornalismo Econômico/ Manhã

Espaços colaborativos são apostas de empreendedorismo, que, por aliarem a racionalização dos custos e o encadeamento positivo do compartilhamento, estão se mostrando em franca expansão e marcando uma tendência empresarial, que tem tudo para ser bem-sucedida.

Porto Alegre já faz parte da Sharing Cities Network – uma rede de cidades colaborativas que objetiva conectar pessoas e informações, projetos e ações, coletivos e ativistas, e empresas que trabalham na lógica da colaboração. Para tanto, mensalmente, são realizados encontros de representantes de todas as casas colaborativas, em que são propostas ações e mudanças, não só para os empreendimentos, mas também para a cidade. Continue lendo O momento econômico pede mais colaboração

Fellas Music Fest aquece o mercado na capital

Banda Second Hand - Crédito: Produção Fellas / Mariano Beck
Banda Second Hand – Crédito: Produção Fellas / Mariano Beck
Primeiro festival que acontece em outubro na zona sul de Porto Alegre, o Oktober Fellas traz a expectativa de mudança no ambiente cultural do Sul.

Por Bernardo Figueira
Jornalismo Econômico / Noite

Ser músico é um desafio sem fórmula de sucesso. São poucos os que conseguem se diferenciar de forma rápida e alcançam enorme ascensão conquistando o mercado nacional. Enquanto isso muitas bandas dos cenários locais buscam o seu espaço em meio a um período de crise. Em Porto Alegre está se vendo um novo momento proporcionado pelo Fellas Music Fest, que está motivando alguns músicos a preparar material e se qualificarem para um momento especial da cena gaúcha.
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