Aposentados realizam o sonho de abrir o próprio negócio

Casa das Bonecas é o empreendimento da aposentada Neli Fagundes da Silva - Crédito: Juliana Pereira
Casa das Bonecas é o empreendimento da aposentada Neli Fagundes da Silva – Crédito: Juliana Pereira

Após anos dedicados ao trabalho, a aposentadoria é a próxima etapa na vida das pessoas. Uns querem apenas descansar, mas outros ainda não. Seja para complementar a renda, ajudar os familiares ou realizar sonhos antigos, o número de idosos que abrem seus negócios cresce a cada ano no Brasil.

Por Juliana Pereira
Jornalismo Econômico / Noite

Segunda-feira, 08h30min. O despertador toca na casa da aposentada Neli Fagundes da Silva, de 62 anos. Bonecas de pano, tecidos e vidros pintados enfeitam o caminho por onde ela passa. Assim, começa mais uma semana de sua aposentadoria. É só mais um dia de descanso? Pensou errado.

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Comerciantes de sonhos

Voluntária do Projeto Travessias ajuda aluno a montar seu currículo - Crédito: Victória Kubiaki
Voluntária do Projeto Travessias ajuda aluno a montar seu currículo – Crédito: Victória Kubiaki

Imigrantes e refugiados escolhem o Brasil como ponto de partida para recomeçarem suas vidas.

Por Victória Kubiaki
Jornalismo Econômico / Noite

A busca por trabalho começa pela elaboração de um bom currículo. Detalhes como graduação, cursos de computação e línguas tornam-se um diferencial. Na sala do Vida Centro Humanístico da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social, em Porto Alegre, os alunos do projeto Travessias dominam diversas línguas e dialetos, qualidades as quais seus professores e voluntários pontuam, enquanto ajudam a elaborar os seus currículos. Mesmo dominando tantos idiomas o maior desafio ainda é a linguagem, pois ainda estão aprendendo a língua nativa do Brasil: o português.

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Por uma vida alternativa em busca da felicidade

Malabares e pôr-do-sol um resumo da vida dos viajantes – Crédito: Arquivo Pessoal

Liberdade ou segurança, qual o caminho para ser feliz? Questionamentos sobre a sociedade capitalista por pessoas que decidiram viver uma vida diferente. Contrapontos e explicações sobre a sociedade de consumo.

Por Rafael Bernardes
Jornalismo Econômico / Noite

Pensando no caminho que deveria trilhar, Vinícius Borges, na época com 20 anos, recém formado e com uma estrutura familiar que proporcionava uma vida confortável, planejou uma reviravolta. Diferente dos colegas de escola, um emprego normal e cursar o ensino superior nunca foi sua vontade. Quando todos falavam na universidade, ele estava perdido – não tinha ideia no que iria trabalhar. Acabou optando pelo curso de Administração apenas para estudar algo. Sua rotina, seus afazeres, os locais que frequentava, no entanto, não estavam nos planos para o seu futuro.

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Paralelo Vivo: um espaço alternativo para empreender em Porto Alegre

O Paralelo Vivo é um Hub de empresas, profissionais e cientistas situado no número 40 da Rua Pinheiro Machado com foco no desenvolvimento sustentável - Crédito: Marcela Barbosa
O Paralelo Vivo é um Hub de empresas, profissionais e cientistas situado no número 40 da Rua Pinheiro Machado com foco no desenvolvimento sustentável – Crédito: Marcela Barbosa

O Hub Paralelo Vivo é um espaço que interliga 35 projetos e empresas dos mais diversos ramos em um mesmo local, contribuindo para o seu aperfeiçoamento através da economia colaborativa.

Por Sharon Nunes
Jornalismo Econômico / Noite

À primeira vista é somente mais uma casa localizada no bairro Independência. No entanto, ao entrar no imóvel situado no nº 40 da Rua Pinheiro Machado, o visitante tem acesso a um espaço onde é possível empreender, produzir conhecimento, tecnologia, serviços e produtos com foco no desenvolvimento sustentável.

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O ego alimenta o mercado literário brasileiro

62ª Feira do Livro de Porto Alegre terminou com queda nas vendas de 19% - Crédito: Marcela Barbosa
62ª Feira do Livro de Porto Alegre terminou com queda nas vendas de 19% – Crédito: Marcela Barbosa

“O livro precisa incomodar, mas as pessoas não querem ser incomodadas”, lamenta Luciana Thomé. O que fazer com a relação interesse econômico versus interesse literário?

Por Nando Donel
Jornalismo Econômico / Noite

Milhares de pessoas de mãos inquietas folheiam as páginas de histórias que se reúnem em um encontro regado à celulose e talento, para comemorar a literatura na praça da Alfandega, onde acontece a Feira do Livro de Porto Alegre. Contudo, aos poucos, essas mãos inquietas perdem adeptos desse jogo em busca de saciar o conhecimento. E essas mãos ajudam a movimentar, na maioria das vezes, o mercado literário da tradução e a literatura estrangeira, em sua maioria dos EUA. Com um desinteresse ou desconhecimento do público em relação à literatura brasileira, o que um jovem escritor nacional faz para sobreviver nesse mergulho profundo em um mar de predadores da escrita? A escritora e jornalista Luciana Thomé tem a resposta: “Não sobrevive”.

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Concursos públicos: a dificuldade dos candidatos e a sua relação com a crise

Em busca do sonho da estabilidade financeira, Fernanda Sousa, 19 anos, abre mão de sair com os amigos e aproveitar seu tempo com a família. Muitas vezes, passa finais de semana debruçada sobre os livros - Crédito: Leonardo Ambrosio
Em busca do sonho da estabilidade financeira, Fernanda Sousa, 19 anos, abre mão de sair com os amigos e aproveitar seu tempo com a família. Muitas vezes, passa finais de semana debruçada sobre os livros – Crédito: Leonardo Ambrosio
Buscando a estabilidade financeira oferecida pelos cargos públicos, muitas pessoas decidem revolucionar suas vidas e optar por debruçar-se sobre os livros. Assim, esperam não mais se preocupar com cortes e demissões, comuns na esfera privada. No entanto, é importante entender como a crise pode afetar os processos seletivos.

Por Leonardo Ambrosio
Jornalismo Econômico / Noite

Com o desemprego alcançando a marca de 11,8% da população brasileira nos últimos dados divulgados pelo IBGE, estar desempregado é um pesadelo real e assustador para muitos brasileiros. A marca é a maior já registrada pelo órgão desde que a pesquisa Pnad Contínua teve início, em 2012. Esse recorde faz com que o Brasil seja, agora, o 7º colocado no ranking mundial de desemprego, atrás apenas de países como África do Sul, Espanha, Montenegro, Jordânia, Croácia e Chipre.

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Economia incerta: pesquisas divergem em projeções de vendas para o Natal

O ramo de brinquedos é o segundo mais procurado na hora das compras de Natal - Crédito: Nathália Lauxen Braga)
O ramo de brinquedos é o segundo mais procurado na hora
das compras de Natal – Crédito: Nathália Lauxen Braga

As vendas no Natal podem sofrer queda de até 5% ou aumento de 2% em relação a 2015, dependendo da pesquisa.

Por Nathália Lauxen Braga
Jornalismo Econômico / Noite

Com a proximidade do Natal, o setor varejista começa a analisar perspectivas de vendas para uma das datas mais importantes do ano para o comércio. Enquanto a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta queda de 3,5% nas vendas no cenário nacional em relação a 2015, a Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS) chegou a um número ainda maior: 5%. Em contrapartida, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) aponta crescimento de 2%.

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Inimigo Silencioso

Participação da equipe do Dmest no 12º Fórum de Perícias Médicas, na roda de conversa sobre Saúde do Trabalhador - Crédito: Orlando Moraes
Participação da equipe do Dmest no 12º Fórum de Perícias Médicas na roda de conversa sobre Saúde do Trabalhador – Crédito: Orlando Moraes

A vida de quem sofre com a Síndrome de Burnout, a terceira maior causa de afastamentos do trabalho.

Por Orlando Moraes
Jornalismo Econômico / Noite

Insatisfação, tristeza, revolta e o pior: o sentimento de incapacidade para gerenciar tudo isso.  Esse era o dia a dia da professora aposentada Íria Marco, que em 2009 teve que deixar as salas de aula. O motivo? Esgotamento mental intenso gerado pelo estresse diário no ambiente de trabalho. O comportamento inadequado, a violência e o desrespeito por parte dos alunos, somados ao descaso com a educação por parte dos gestores públicos, fizeram com que após 29 anos dedicados à educação, Íria se sentisse incapaz de continuar.  “Sempre fui feliz com minha profissão. Sonhava em ser professora desde pequena, mas de repente me vi envolvida por uma bruma de angústias e sofrimentos, que me fizeram largar tudo e ficar em licença por dois anos, até me aposentar por invalidez”, conta. Continue lendo Inimigo Silencioso

O desafio de trabalhar com o Uber

Karen Grace e Otávio Freitas largaram seus empregos para se tornarem funcionários do Uber - Crédito: Arquivo Pessoal
Karen Grace e Otávio Freitas largaram seus empregos para se tornarem funcionários do Uber – Crédito: Arquivo Pessoal
A tecnologia da informação altera os rumos das coisas mais normais da vida, como, por exemplo, a locomoção urbana. Dos três entrevistados desta reportagem, dois estão se dando muito bem dirigindo para o Uber, já o outro nem tanto. Todos, no entanto, sonham com trabalhos em outras áreas. Será que mudar de vida é tão simples como baixar um aplicativo?

Por Lucas Bubols
Jornalismo Econômico / Noite

Travis Kalanick e Garrett Camps, dois americanos, estavam em Paris no ano de 2008 tentando pegar um táxi. Não conseguiram. Então tiveram uma ideia simples, mas brilhante: apertar um botão para conseguir um carro que os levasse ao destino desejado sem maiores transtornos, inclusive no pagamento. Tudo seria feito no smartphone. Assim nasceu o Uber, fundado em março de 2009, na cidade de São Francisco, nos Estados Unidos. Continue lendo O desafio de trabalhar com o Uber

Concorrência nas calçadas de Porto Alegre

Clientes podem escolher frutas e legumes nos caixotes - Crédito: Kátia Fantin
Clientes podem escolher frutas e legumes nos caixotes – Crédito: Kátia Fantin

Crise econômica e desemprego são os principais motivos do aumento no número de vendedores ambulantes irregulares no centro da capital gaúcha.

Por Kátia Fantin
Jornalismo Econômico / Noite

Bolsas, cigarros, DVDs piratas, fones de ouvido, celulares, tênis, roupas, brinquedos e até fruteiras improvisadas com variedade de frutas e legumes tomam conta das calçadas. Nos últimos meses tem sido quase uma missão impossível caminhar no centro de Porto Alegre sem deparar-se com a grande quantidade de vendedores ambulantes que improvisam das mais diversas maneiras seu próprio espaço comercial, oferecendo uma diversidade de produtos.

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