Fotojornalismo, um mercado saturado?

Gol, o momento eternizado e a incógnita do valor final da fotografia – Crédito: Edison Vara / Arquivo Pessoal
Gol, o momento eternizado e a incógnita do valor final da fotografia – Crédito: Edison Vara / Arquivo Pessoal
Fotojornalistas apontam sabores e dessabores de atuar fora das quatro linhas do campo de futebol para ilustrar com imagens surpreendentes os lances que só o olhar profissional consegue captar.

Por Leandro Osório
Jornalismo Econômico / Manhã

Estádio lotado de torcedores apaixonados. Nos olhos de cada um o brilho da emoção palpita. As mãos suam. O grito na garganta explode em cânticos alucinados ou em brados de xingamento. Dentro das quatro linhas o tapete verde é massageado, mas também castigado, pelo toque da bola. Nas arquibancadas, explosões de raiva, ódio, alegria e tristeza com as vitórias e derrotas. Vida cotidiana que extravasa no campo. A vitalidade enérgica de uma partida transparece nos empurrões e nas chegadas fortes.

Enquanto a disputa ocorre dentro das quatro linhas brancas que demarcam o campo, fora delas, nos quatro lados, acontece outra competição acirrada: a de quem captura a melhor imagem. Fotógrafos estão ali atentos a tudo o que acontece com a missão de mostrar detalhes que a TV não viu e que o leitor vai buscar nas editorias especializadas. São os únicos que podem parar o tempo, captar a verdade no momento exato do lance transportando o público para dentro da ação. A fotografia aguça a imaginação do torcedor.

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“Eu não sou o cara, eu sou a mulher!”

A jornalista e DJ Joelma Terto coloca som há três anos na consagrada festa Cadê Tereza em Porto Alegre – Crédito: Arquivo Pessoal / Carter Fotografia

O que contam as mulheres que trabalham nas festas mais badaladas de Porto Alegre e tem que lidar dia e noite com os problemas causados pela falta de aceitação em um espaço dominado por homens.

Por Júlia Fernandes
Jornalismo Econômico / Manhã

“Sociedade em choque eu vim pra incomodar, aqui o santo é forte, é melhor se acostumar. Quem foi que disse que isso aqui não era pra mim se equivocou, fui eu quem criei, vivi, escolhi me descobri e agora aqui estou”. A letra da música “É o poder”, da rapper Karol Conka, descreve bem o cenário atual das casas de festas noturnas da cidade de Porto Alegre, espaços cada vez mais ocupados por mulheres. Este mercado de trabalho majoritariamente dominado por homens passa por mudanças. Do rock ao funk, do hip hop ao pop, o número de mulheres trabalhando como DJs, produtoras e proprietárias de casas de festas aumenta, provando que o lugar de mulher é onde elas quiserem estar, mesmo que isso ainda cause estranheza e preconceito. Continue lendo “Eu não sou o cara, eu sou a mulher!”

Expediente Digital

Pesquisa realizada pela Sobratt revela que o modelo de trabalho realizado em casa virou tendência e está sendo considerado até por empresas - Crédito: Renan Castro
Pesquisa realizada pela Sobratt revela que o modelo de trabalho realizado em casa virou tendência e está sendo considerado até por empresas – Crédito: Renan Castro
O trabalho realizado em casa, o home office, tem sido cada vez mais considerado como alternativa principal de renda, mesmo na crise. Apesar disso, os praticantes desse novo modelo de negócio, como startups com o foco digital, empresas e produtores de conteúdo na internet têm usado muita criatividade para superar a concorrência e tornar o negócio viável.

Por Renan Castro
Jornalismo Econômico / Manhã

Começa mais um dia. O relógio anuncia que já são oito horas da manhã. Enquanto o café esquenta, Victor Rodrigues abre sua caixa de e-mails para visualizar os pedidos de seus clientes. Ele analisa quais devem ser atendidos com prioridade, afinal, estes não devem competir com uma extensa lista de tarefas. Para não perder o controle, tudo é acrescentado a uma planilha com tudo o que já foi feito, o que está em andamento e o que resta fazer.

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Vale a pena ter um negócio na faculdade?

Proprietário do bar Ponto Com Sabor, Paulo Tassinari - Crédito: Bruna Padilha
Proprietário do bar Ponto Com Sabor, Paulo Tassinari – Crédito: Bruna Padilha
É cada vez mais comum a ideia de abrir um bar para quem quer ter o seu primeiro empreendimento. A questão é: esse é um empreendimento que rende lucro ao empresário?

Por Bruna Padilha
Jornalismo Econômico / Manhã

Um dos motivos para ser o comércio mais visado, é pelo fato do setor passar quase despercebido e distante da crise econômica. Mas gerenciar um bar não é muito fácil. De cinco, apenas dois estabelecimentos se mantêm abertos após um ano de funcionamento, por ser um negócio de risco.

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As bancadas políticas no país do desinteresse

A sede da CUT-RS, localizada na rua Barros 283, bairro Floresta - Crédito: Pedro Carrizo
A sede da CUT-RS, localizada na rua Barros 283, bairro Floresta – Crédito: Pedro Carrizo

Como determinados interesses políticos segmentados ganham força, independente do descrédito popular.

Por Pedro Carrizo
Jornalismo Econômico / Noite

Grande parte dos brasileiros não está nem aí para a política, ou foi desacreditando aos poucos enquanto a Operação Lava Jato ganhava novas fases e os telejornais diagnosticavam a corrupção nacional. A prova foi que as eleições deste ano tiveram o maior índice de votos brancos, nulos e abstenções, contabilizando mais de 10 milhões de brasileiros que decidiram não votar em ninguém, ou sequer comparecer em suas zonas eleitorais, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral. Porém, se os eleitores estão desiludidos com nossa republiqueta brazuca, seja pela retirada da presidente, Dilma Rousseff, seja pelos diversos escândalos de corrupção ou pela ineficiência da máquina pública, para muitas bancadas políticas o cenário nunca foi tão bom. Continue lendo As bancadas políticas no país do desinteresse

Como os projetos dos vereadores eleitos podem afetar a economia de Porto Alegre?

Fachada do Palácio Aloísio Filho, sede da Câmara Municipal - Crédito: Ederson Nunes/CMPA
Fachada do Palácio Aloísio Filho, sede da Câmara Municipal – Crédito: Ederson Nunes/CMPA

Do Quarto Distrito, passando pela regulamentação do Uber até a mesa do consumidor. Os candidatos eleitos apresentam diferentes propostas para movimentar o setor econômico da cidade em um momento de incertezas políticas.

Por Mariana Pacchioni
Jornalismo Econômico / Noite

Passava das oito da noite do dia dois de outubro de 2016 quando foi anunciada a lista dos vereadores eleitos para a Câmara de Porto Alegre para o quadriênio 2016-2020. A corrida paralela ao cobiçado posto de governante da capital dos gaúchos encerrava-se ali. Nem todos os santinhos espalhados pela cidade com os números dos candidatos seria capaz de prever o incerto futuro de uma Porto Alegre dividida. Assim como de seus gestores, a função legislativa dos vereadores elegidos é servir à população. Continue lendo Como os projetos dos vereadores eleitos podem afetar a economia de Porto Alegre?

WeBike, o verdadeiro compartilhamento de bicicletas

Identidade visual do Aplicativo nas redes sociais - Crédito: Reprodução Facebook
Identidade visual do Aplicativo nas redes sociais – Crédito: Reprodução Facebook

Empreendedores contam com financiamento coletivo de R$ 30 mil para viabilizar compartilhamento de bicicletas na capital gaúcha. A previsão é lançar a plataforma até março de 2017.

Por Mariana Catalane
Jornalismo Econômico / Manhã

Imagine cinco estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), entre 20 e 21 anos. Adicione uma pitada de empreendedorismo e multiplique por diferentes áreas de conhecimento: Administração, Ciências da Comunicação, Design e Engenharia Ambiental.

Nos últimos meses, a mistura que Alexandre Mattos, Lourenço Boettcher e Ricardo Pierozan inventaram quando participaram do Desafio do Empreendedor da UFRGS em 2015, apesar de essencial para a mobilidade urbana, sentiu falta de um ingrediente muito importante: R$30 mil que foram solicitados aos amigos e simpatizantes, em setembro, através de uma plataforma de financiamento coletivo. Para apresentar e oferecer  – num primeiro momento – aos porto-alegrenses uma nova forma de acesso a bicicletas, o weBike.

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A resistência dos pequenos negócios locais

Barbearia Ângelo, há três décadas no bairro Cidade Baixa – Crédito: Karine Munhoz
Barbearia Ângelo, há três décadas no bairro Cidade Baixa – Crédito: Karine Munhoz
Algumas cidades são verdadeiros organismos vivos, e alguns bairros, em especial, concentram muito da personalidade delas: Porto Alegre é um exemplo claro desta percepção, e a Cidade Baixa, em especial, é um dos bairros com traço mais marcante e característico na Capital gaúcha.

Por Karine Munhoz
Jornalismo Econômico / Manhã

Porto Alegre pulsa de vida, naquele que é, tradicionalmente, o bairro mais boêmio da cidade. Entretanto, além de ostentar este conhecido título, a Cidade Baixa mantém o aspecto essencial de um bairro familiar. Melhor exemplo disso são seus negócios locais, que tentam, bravamente, resistir, em meio aos grandes conglomerados empresariais.

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O desafio de empreender

Samanta e Anderson idealizaram juntos o negócio e além de administrar, permanecem trabalhando até hoje – Crédito: Carolina Ferreira
Samanta e Anderson idealizaram juntos o negócio e além de administrar, permanecem trabalhando até hoje – Crédito: Carolina Ferreira
Como obter sucesso em um negócio? Como mudar radicalmente de área? O que fazer quando não se gosta do que faz? Para onde correr depois do final da faculdade? Essas são perguntas que muitas pessoas fazem todos os dias. Montar o próprio negócio ou saber o que fazer após formado pode parecer desesperador para alguns, mas tem muita gente que tomou a iniciativa e hoje colhe os frutos do empreendedorismo.

Por Carolina Ferreira
Jornalismo Econômico / Manhã

O movimento de clientes, os funcionários trabalhando sem parar, o motoboy que chega e sai a todo momento e o cheiro dos lanches que estão sendo preparados não deixam vestígios que ali, naquele mesmo local, um dia existiu uma vídeolocadora.

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